O Grupo de Estudos em Relações Internacionais e Direitos Humanos, GERIDH/UEFS, surgiu em 2010 por iniciativa do Professor Ms. Cléber Lázaro Julião Costa e das estudantes Aléssia Bertuleza, Débora Figueiredo e Anne Clarisse. Vinculado ao Núcleo de Pesquisa do Colegiado de Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana, o GERIDH teve como propósito desde o ínicio, desenvolver um estudo na área das relações internacionais no que diz respeito ao acompanhamento de agentes internacionais legitimados por países como Brasil em fiscalizar o cumprimento de acordos relativos à defesa da dignidade humana em seu sentido mais amplo.
Influenciado pelas experiências do seu orientador, o Prof. Ms. Cléber Julião, e por pessoas próximas ao grupo como o Prof. William Ken Aoki, o GERIDH passou a focar também na preparação de estudantes para participação de eventos do tipo "Moot Court", além da realização de eventos próprios como o Ciclo de Debates em Relações Internacionais e Direitos Humanos e das Rodadas Internas de Moot Court Competition.
A realização dos primeiros eventos do GERIDH/UEFS fez crescer o seu quadro de membros e consequentemente fez do Grupo um dos mais ativos do Curso de Direito da UEFS. Desta forma, o GERIDH passou a se organizar estruturalmente em Coordenadorias capitaneadas por membros estudantes. Foi com árduo trabalho que então o Grupo de Estudos em Relações Internacionais e Direitos Humanos conseguiu destacar seus membros para participar de importantes eventos nacionais e internacionais.
O protagonismo do GERIDH/UEFS no cenário acadêmico baiano projetou o grupo a pleitear acordos e convênios com Instituições de alta relevância para a defesa dos Direitos Humanos e que já refletem seus efeitos para a sociedade como um todo. Como exemplo pode-se destacar a realização da Clínica de Direitos Humanos promovida pelo GERIDH em parceria com Global Rights, Geledés, CESE e Laeser/UFRJ.
Atualmente o GERIDH/UEFS dá continuidade ás suas atividades com a finalidade de analisar a real condição de cumprimento de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos e de recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos para a partir destes destes postulados articular a condição jurídica das relações internacionais relativas à responsabilidade, inclusive na esfera compensatória, dos Estados membros, o virtual conflito entre soberania e direitos humanos e do significado de reconhecimento pelo Estado da culpa do dano que lhe foi imputado. Finalmente, averiguar in loco as ações públicas implementadas para a solução, ou pelo mitigação, dos prejuízo causados às vítimas que acionaram o sistema interamericano de justiça.








